Origem da Dança do Ventre

Não se sabe ao certo o período da origem da Dança do Ventre. Há poucos documentos e registros que atestam seu passado histórico. Devido à dificuldade de encontrar informações confiáveis, surgem diversas interpretações, teorias e hipóteses.
A mais aceita delas diz que foi entre 7.000 e 5.000 a.C. No Egito, era realizada por sacerdotisas treinadas desde meninas para servirem como canal da Deusa Isis nos rituais religiosos.
Enquanto os sacerdotes e sumo-sacerdotes preparavam a cerimônia, as sacerdotisas eram as responsáveis pela abertura de um canal para o plano espiritual pelo cântico e pela dança, para que a energia divina se manifestasse. Sem a presença delas, nenhum ritual poderia ser realizado. Cantavam e dançavam envolta de um véu e, ao retirá-lo, demonstravam que o mistério do universo seria revelado.
Ou seja, tratava-se de uma dança ritualística, em caráter religioso, sem apresentações em público.
Com movimentos ondulatórios e batidos de quadril, as mulheres reverenciavam a fertilidade, celebravam a vida. Essas mulheres reverenciavam as deusas que acreditavam ser as responsáveis pela vida da terra, pela vida gerada no ventre da mulher, e pelos ciclos da natureza.
Há quem diga que ao dançarem as mulheres também se preparavam para ser mães, já que a movimentação da Dança do Ventre ajudava a fortalecer a região pélvica, facilitando o parto. Dizem que quando os árabes invadiram o Egito, eles se apropriaram da Dança do Ventre e a disseminaram para o resto do mundo.
A dança do ventre é feita unicamente para o corpo feminino, com ênfase nos músculos abdominais (mesmo assim, atualmente temos grandes nomes masculinos que também realizam e dominam esta dança). O quadril e o pescoço também se movimentam.
Ela é tradicionalmente praticada com os pés descalços, sendo caracterizada por movimentos sensuais do dorso, que se alteram em balanços diversos. Os seus movimentos são inspirados em animais, nos quatro elementos (agua, terra, ar e fogo) e em toda a natureza, sendo uma celebração à vida. O intérprete desta dança milenar deve transmiti-la com amor e respeito.


Benefícios da dança do ventre

Os benefícios da Dança do Ventre estão fundamentados em um “tripé”, pois trabalha de forma integrada os aspectos físicos, psicológicos e espirituais.

Aspectos físicos:

  • - Melhoria da saúde de modo geral, reeducação da postura e movimentação dos ossos, músculos e articulações;
  • - Desenvolvimento da dissociação corporal;
  • - Desenvolvimento da coordenação motora;
  • - Massagem dos órgãos internos estimulando seu melhor funcionamento;
  • - Redução dos sintomas da TPM e das cólicas menstruais;
  • - Aquisição de maior flexibilidade e alongamento;
  • - Fortalecimento de vários grupos musculares (abdômen, pernas, braços, costas e glúteos);
  • - Fortalecimento intenso da musculatura pélvica;
  • - Definição do corpo, afinando principalmente a cintura;
  • - Melhora no desempenho sexual;
  • - Ajuda, naturalmente, a libertar a sensualidade, sem vulgaridade;
  • - Desenvolve a agilidade mental e a capacidade de memorização;
  • - Para a mulher, auxilia no momento do parto por meio de movimentos que foram executados ao longo do tempo fortalecendo a região pélvica;
  • - Entre outros benefícios.

Aspectos psicológicos: 

  • - Promove o autoconhecimento;
  • - Eleva a autoestima;
  • - Alivia as tensões do cotidiano;
  • - Despertar da feminilidade (“resgate da Deusa interior”);
  • - Contribui no processo de desinibição;
  • - Desenvolve a autoconfiança.

Aspectos espirituais:

Sem entrar no âmbito religioso, acredita-se que a dança contribui na ascensão espiritual por meio da canalização da energia vital, colocando o praticante em sintonia com o Cosmo e da descongestão dos plexos e dos Chakras.

Fontes: Texto “Os Chakras” Site: Central dança do ventre Apostilas: Escolas Luxor

Origem da Dança do Ventre

Não se sabe ao certo o período da origem da Dança do Ventre. Há poucos documentos e registros que atestam seu passado histórico. Devido à dificuldade de encontrar informações confiáveis, surgem diversas interpretações, teorias e hipóteses

A mais aceita delas diz que foi entre 7.000 e 5.000 a.C. No Egito, era realizada por sacerdotisas treinadas desde meninas para servirem como canal da Deusa Isis nos rituais religiosos.

Enquanto os sacerdotes e sumo-sacerdotes preparavam a cerimônia, as sacerdotisas eram as responsáveis pela abertura de um canal para o plano espiritual pelo cântico e pela dança, para que a energia divina se manifestasse. Sem a presença delas, nenhum ritual poderia ser realizado. Cantavam e dançavam envolta de um véu e, ao retirá-lo, demonstravam que o mistério do universo seria revelado.

Ou seja, tratava-se de uma dança ritualística, em caráter religioso, sem apresentações em público.

Com movimentos ondulatórios e batidos de quadril, as mulheres reverenciavam a fertilidade, celebravam a vida. Essas mulheres reverenciavam as deusas que acreditavam ser as responsáveis pela vida da terra, pela vida gerada no ventre da mulher, e pelos ciclos da natureza.

Há quem diga que ao dançarem as mulheres também se preparavam para ser mães, já que a movimentação da Dança do Ventre ajudava a fortalecer a região pélvica, facilitando o parto. Dizem que quando os árabes invadiram o Egito, eles se apropriaram da Dança do Ventre e a disseminaram para o resto do mundo.

A dança do ventre é feita unicamente para o corpo feminino, com ênfase nos músculos abdominais (mesmo assim, atualmente temos grandes nomes masculinos que também realizam e dominam esta dança). O quadril e o pescoço também se movimentam.

Ela é tradicionalmente praticada com os pés descalços, sendo caracterizada por movimentos sensuais do dorso, que se alteram em balanços diversos. Os seus movimentos são inspirados em animais, nos quatro elementos (agua, terra, ar e fogo) e em toda a natureza, sendo uma celebração à vida. O intérprete desta dança milenar deve transmiti-la com amor e respeito.



Benefícios da dança do ventre

Os benefícios da Dança do Ventre estão fundamentados em um “tripé”, pois trabalha de forma integrada os aspectos físicos, psicológicos e espirituais.

Aspectos físicos:

  • - Melhoria da saúde de modo geral, reeducação da postura e movimentação dos ossos, músculos e articulações;
  • - Desenvolvimento da dissociação corporal;
  • - Desenvolvimento da coordenação motora;
  • - Massagem dos órgãos internos estimulando seu melhor funcionamento;
  • - Redução dos sintomas da TPM e das cólicas menstruais;
  • - Aquisição de maior flexibilidade e alongamento;
  • - Fortalecimento de vários grupos musculares (abdômen, pernas, braços, costas e glúteos);
  • - Fortalecimento intenso da musculatura pélvica;
  • - Definição do corpo, afinando principalmente a cintura;
  • - Melhora no desempenho sexual;
  • - Ajuda, naturalmente, a libertar a sensualidade, sem vulgaridade;
  • - Desenvolve a agilidade mental e a capacidade de memorização;
  • - Para a mulher, auxilia no momento do parto por meio de movimentos que foram executados ao longo do tempo fortalecendo a região pélvica;
  • - Entre outros benefícios.

Aspectos psicológicos: 

  • - Promove o autoconhecimento;
  • - Eleva a autoestima;
  • - Alivia as tensões do cotidiano;
  • - Despertar da feminilidade (“resgate da Deusa interior”);
  • - Contribui no processo de desinibição;
  • - Desenvolve a autoconfiança.

Aspectos espirituais:

Sem entrar no âmbito religioso, acredita-se que a dança contribui na ascensão espiritual por meio da canalização da energia vital, colocando o praticante em sintonia com o Cosmo e da descongestão dos plexos e dos Chakras.

Fontes: Texto “Os Chakras” Site: Central dança do ventre Apostilas: Escolas Luxor

BALLET CLÁSSICO



A dança clássica é um poderoso complemento da educação formal, utilizando e desenvolvendo os movimentos naturais das crianças, jovens e adultos. O professor deve empregar os três elementos básicos do movimento — espaço, tempo e dinâmica — ajudando assim a adquirir domínio sobre seus movimentos (equilíbrio, força e coordenação geral), através de técnicas adequadas a cada idade e nível.
Envolve prática e teoria de modo que o aluno possa assimilar o contexto histórico desta arte, bem como, reconheça seu corpo por meio de jogos lúdicos que contenham passos de dança, exercícios de improvisação, noções rítmicas e composições coreográficas.
Ele é composto por aquecimentos rítmicos, aula de barra, centro e diagonal, tem a leitura de uma aula tradicional de Balé Clássico além de ser enriquecido com aulas de alongamento e preparo físico específico para a modalidade. Sempre respeitando a idade evolutiva de cada turma.
Na metodologia sistematizada e codificada por Vaganova, a decomposição dos passos nas classes iniciantes não é apenas uma marca. Respeitar a decomposição dos passos, sem pular etapas, é uma regra a ser seguida.
Noções básicas de tempo/espaço, ritmo, percepção corporal, respeito mútuo, musicalidade, comprometimento e reponsabilidade consigo e com a linguagem lidando com o trabalho em equipe e a formação de laços através da dança como um todo. Estimulando a criação e autonomia.

BALLET CLÁSSICO



A dança clássica é um poderoso complemento da educação formal, utilizando e desenvolvendo os movimentos naturais das crianças, jovens e adultos. O professor deve empregar os três elementos básicos do movimento — espaço, tempo e dinâmica — ajudando assim a adquirir domínio sobre seus movimentos (equilíbrio, força e coordenação geral), através de técnicas adequadas a cada idade e nível.

Envolve prática e teoria de modo que o aluno possa assimilar o contexto histórico desta arte, bem como, reconheça seu corpo por meio de jogos lúdicos que contenham passos de dança, exercícios de improvisação, noções rítmicas e composições coreográficas.

Ele é composto por aquecimentos rítmicos, aula de barra, centro e diagonal, tem a leitura de uma aula tradicional de Balé Clássico além de ser enriquecido com aulas de alongamento e preparo físico específico para a modalidade. Sempre respeitando a idade evolutiva de cada turma.

Na metodologia sistematizada e codificada por Vaganova, a decomposição dos passos nas classes iniciantes não é apenas uma marca. Respeitar a decomposição dos passos, sem pular etapas, é uma regra a ser seguida

Noções básicas de tempo/espaço, ritmo, percepção corporal, respeito mútuo, musicalidade, comprometimento e reponsabilidade consigo e com a linguagem lidando com o trabalho em equipe e a formação de laços através da dança como um todo. Estimulando a criação e autonomia

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